Fiscalização de Atividades Urbanas – FAU – Natal/RN

Contra Poluição Sonora 1A poluição sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.

O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição sonora. Ele é provocado pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.

As cidades veem o problema como um grande desafio a ser sanado. Ontem, o DS trouxe reportagem mostrando que a “barulheira” em Suzano também acontece.

A reportagem mostrou que o Centro Expandido suzanense registra o maior número de reclamações de som alto e perturbação do sossego público. Neste ano, até o último dia 15, foram computadas 291 queixas contra a Lei do Silêncio, sendo que quase 40% são desta região da cidade. Segundo dados da Secretaria de Defesa Civil e Social, divulgados ontem, foram 116 solicitações de fiscalizações na área central. A inspeção para cumprir a legislação é feita por meio de ações integradas de órgãos municipais, em parceria com policiais.

A reportagem mostrou que, depois do Centro, a Região Norte de Suzano tem o maior número de reclamações, com 82 casos. A área central – com exceção do Centro Expandido – contabilizou 51 casos e a Região Sul, 42 queixas. De acordo com a administração municipal, no mesmo período, foram realizadas 202 visitas das equipes da Guarda Civil Municipal (GCM) nos locais em que houveram reclamações, o que representa 69,42% do total.

Além disso, 101 notificações foram feitas. Estes casos envolvem locais em que o nível de ruído está próximo do limite permitido, mas ainda não houve infração. A Prefeitura não informou quantas multas foram emitidas.

A poluição sonora vem aumentando a cada propaganda exagerada vista nas ruas, aquele comerciante, o ambulante, o feirante, na intenção de chamar a atenção para seus produtos, grita, fala alto, adquire objetos que provocam sons diferentes para atrair a curiosidade, principalmente das crianças. Os alto-falantes instalados em praças e comércios, sons automotivos, sons presentes em motos ou bicicletas, tudo isso afeta o meio ambiente, causando a poluição sonora. Por isso, é preciso coibir.

Extraído do Diário de Suzana.

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