Fiscalização de Atividades Urbanas – FAU – Natal/RN

Nunca se falou tanto em ética no Brasil. Para o Professor de Filosofia, Escritor e Jornalista Guto de Castro o país vive um momento único de acertar as contas com o cumprimento da lei e os protocolos para uma boa convivência de todos na sociedade.

As relações no trânsito não são diferentes.  A ética no trânsito, objeto de estudo do pesquisador, propõe uma reflexão sobre a vida harmoniosa na cidade e a preservação da vida do pedestre, do ciclista, do motociclista e do motorista por meio do respeito às leis vigentes e o exercício permanente da prudência.

Durante palestra promovida pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, na noite de terça-feira (17.05), na Faculdade Maurício de Nassau, Guto de Castro destacou que o trânsito seguro depende desta consciência de cada um. E que, portanto, o que se espera do cidadão é que ele respeite as leis de trânsito para continuar tendo o direito de dirigir e conviver com seus pares.

“Não podemos continuar aceitando a morte de 42 mil pessoas vítimas dos acidentes de trânsito por ano como uma causa natural. A sociedade precisa se defender contra esse holocausto e está se defendendo. O endurecimento da lei seca, do Código de Trânsito Brasileiro, a implementação da fiscalização nas vias públicas, aliado a implantação do uso de radares, câmeras e recursos tecnológicos de última geração é uma reação clara de que a sociedade está se defendendo contra os fora da lei”, argumentou o palestrante.

Para Guto de Castro as questões ligadas à ética, inclusive no trânsito, despertarão cada vez maior interesse no país e que é fundamental discuti-la a cada dia e em todos os lugares, inclusive aqui neste evento internacional que propõe uma reflexão sobre as boas condutas no trânsito que é o Maio Amarelo. Somente assim será possível promover o bem estar coletivo para lidar, de fato, com as novas situações e os novos desafios que se apresentam para um trânsito mais seguro, humano e fraterno. Um trânsito focado no bem maior que é o respeito e a preservação da vida em primeiro lugar”.

“Então, não existe outro caminho. É preciso ampliar as ações de fiscalização e repressão para combater tanta violência no trânsito mas também por outro lado é preciso investir em ações de educação para a boa convivência de todos no trânsito. Nelas eu acredito. Pois, conscientizam condutores e pedestres sobre o agir com prudência e respeito as leis de trânsito na via pública”, pontuou o palestrante.

Extraída do Portal do Município do Natal.

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