As chamas que tomaram cerca de 400 hectares da vegetação de mata atlântica devem ter sido geradas acidentalmente, por ação da própria natureza, de acordo com o Delegado Wellington Guedes, titular da Delegacia de Goianinha, e suas investigações iniciais.

“Ainda estamos colhendo os dados, mas tudo indica que se tratou de um incêndio acidental. Isso porque tudo leva a crer que o incêndio começou de dentro para fora da mata, algo que geralmente não ocorre quando é criminoso. Geralmente quando é um incêndio criminoso, o bandido começa por fora para dar tempo de fugir”, explicou Guedes.

A Mata do Pilão fica localizada nas proximidades do Município de Espírito Santo – distante 69 quilômetros de Natal – dentro da Área de Preservação Ambiental (APA) Piquiri-Una, Região Agreste Potiguar.

Extraído do Novo Jornal.